quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O Conto do Sapo Agrônomo e a Mocinha

O cabuquim!

Baum. Sô?

- Ce já fico sabendo da morcinha e du sapu destas bandas di cá.
Uai sô, Não?!?!!

- Antão vô contar pro cêis:

- Tudo cormeçou quando uma morcinha passeava na bera do lago, quando, direpente, apareceu um sapo falando:
- Oi sô, eu sou agrônomo, sorteiro, ricém formado, mas fui transformado num sapo por uma baita bruxa marvada. Mais se ocê me beija, eu vorto ao normal e caso com cê. E vamu ser feliz pra sempre!

A morcinha, fircô feliz demais da conta sô, intonsi pegô o sapo e o colocou no bornal. E foi cantarolando para casa.
O sapo ficandu brabu perguntou: - Uai, moça! Quando que ocê vai me beijá?

Intonsi ela falano arespondeu:
- Nnucaaa! Um sapo falante faz muito mais popaganda que um hômi agrônomo.

Jornal AgroNegócio Nº42

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